“be water, my friend”

sometimes we get stuck with song ideas, and the reasons may vary. in a split seconds the inspiration vanishes, or suddenly the melodic progression simply fits no longer, or goes to a place completely different from what we’ve first imagined. when this happens, we usually put these ideas in some sort of “dead storage”. however, it’s not uncommon to revive them after observing something around us – a tv commercial, a scene from the daily life, a video clip – and this makes us bring those ideas back to the living.

recently i was talking about artists and their “stealing” process (“steal like an artist” is a very good read, btw): they absorb things from many sources, tweak them so their origins won’t be perceived easily, and put their trademarks, their signatures. picasso said that “good artists copy, great artists steal”. why would i be different?

this is part of the story behind “be water, my friend” then. a song that flirts with the more melodic (and equally frantic heh) brother of the drum ‘n bass genre: liquid funk. bruce lee’s phrase brings us the fact that we have to be malleable, and that we have to learn to deal with the intricacies and details of any situation, molding us to them. so, “be water, my friend”.

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às vezes algumas ideias acabam ficando na “geladeira” por algum tempo, por diversos motivos. às vezes você “pisca” e a inspiração se vai, ou de repente uma linha melódica não avança, ou toma um rumo totalmente diferente do imaginado. a consequência é que a ideia acaba indo para o “arquivo morto”. entretanto, não é incomum observamos alguma ao nosso redor – um comercial, uma cena do cotidiano, um clipe – e isso servir de combustível para se retirar aquela ideia do tal “arquivo morto”.

recentemente eu falava sobre o “roubo” que o artista faz (“steal like an artist” é uma boa leitura, diga-se): ele absorve coisas das mais variadas fontes, mascara as origens, colocando sua marca registrada, sua assinatura. picasso já dizia que “bons artistas copiam, grandes artistas roubam”. por que eu seria diferente?

essa é parte da história do surgimento de “be water, my friend”. música que flerta com o irmão mais melódico (e igualmente “frenético”, heh) do drum ‘n bass: liquid funk. a frase dita por bruce lee remete ao fato de que nós temos de ser maleáveis, e que devemos aprender a trabalhar com as particularidades e circunstâncias de cada ocasião, moldando-nos a elas. assim, “be water, my friend”.

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